domingo, 27 de janeiro de 2008

Um (delicado) som do trovão


Uma das coisas que mais me impressionou na gincana foi a quantidade e qualidade das músicas das equipe.

Músicas, gritos de guerra ou bordões, a criatividade foi grande. Além do agradavél susto de ter ir dormir numa rede (tambem sou filho de Deus, gente!) e ser acordado pelo Deva ensaiando no violoncello..

Se bem me recordo, foi uma música para apresentação da equipe, três gritos de guerra (um não foi muito bem aceito, colocou uma música do Grêmio como base), música de entrada da peça de teatro, uma melodia "oficial" para ser gravada, sem contar a música da Missa do Urubu.

Multiplique por quatro equipes, e eu fico me perguntando como ainda existe axé e funk neste país.

Como a parte mais perecível da memória, vou tentar resgatar algumas das letras. Algumas tive a ideia de fotografar a letra, outras de gravar (ou só piratear as fitas do ensaio).


Cowboys, a missão

Música do teatro

Um dos gritos de guerra

quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

Mais um figurinha carimbada

Uma participação premiada foi a da Chandani, quase irreconhecível, na dublagem, encarnando o Mano Lima, assim como o Prithan, patrão do CTG Garrão do Osho.



Aliás, também uma das minhas poucas contribuições para a gincana, fora o serviço de estiva.



Também memorável a presença do Xavier fazendo papel de segurança/esfinge (não coube nesta foto). Quando o patrão convocou a "indiada" pra limpar o palco, não precisou sair lugar nem falar português para se comunicar com os pagodeiros...

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Fotos, fotos, fotos

Como ando meio devagar em colocar as fotos online, o album oficial já apareceu. Bom, pelo menos estão no site oficial no Namastê...

terça-feira, 8 de janeiro de 2008

Algumas figuras

Um componente de peso nos Cowboys foi o nosso amigo Xavier. Tão importante que já tem até o seu "mini-me"...


sábado, 5 de janeiro de 2008

Por onde começo?

Já ouviu aquela estória de 3 cegos tentando descrever um elefante? Cada um tocava em uma parte do elefante e achava que sabia o que era...

Uns dizem que foi uma legitima chinelagem.

Outros que era um clima de acampamento, com direito a montar a barraca debaixo de chuva.



As vezes trabalho, com direito a reunião de equipe











as vezes era um carnaval..




Ou seja, temos um elefante. E um cego de plantão vai tentar descrever...

Caindo de paraquedas em Namasville

Meio que inadvertidamente, fui convidado e aceitei participar de uma gincana, na virada do ano. Com as praias lotadas, um pouco de curiosidade e ingenuamente pensando me afastar de muito burburinho, acabei entrando uma das 4 equipes, os Cowboys de Namasville.

Eu devia ter desconfiado, na apresentação das equipes em 4/12 deu de ver que o pessoal estava se puxando no figurino, musica de apresentação e coreografias. Mas tudo bem, como agregado de ultima hora só esperava ser convocado para compor a massa em um ou outro desfile ou ajudar carregar algumas coisas. (Não vou dizer que estas atividades faltaram...)

O sitio, em lugar incerto e pouco sabido, fica em alhures (30.2068°S, 51.0098°W) na zona sul, dizem que o nome da villa é Cantagalo, outros dizem que já trocou de município, se bandeando para Viamão.

Por via das dúvidas, o pessoal da equipe preferiu batizar o lugar de Namasville. Ainda estou procurando as fotos do batismo...

O que encontrei e o que aconteceu lá? Bom, esta vai ser uma looonga estória.